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19/09/2017
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1952 - Cemig

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Durante anos, José Costa, através do Informador Comercial, hoje Diário do Comércio, fez uma grande campanha pela implantação de um sistema energético em Minas Gerais mais viável e de baixo custo.
Prover energia era de suma importância tanto para a instalação de empresas no Estado quanto para a população em geral.  Em uma de suas edições, no início da década de 1950, o jornal publicava:

“O ridículo desenho do `sr. Kilowatt`, símbolo das pretensões diárias da Companhia Força e Luz de Minas Gerais contra os interesses do povo belo-horizontino, deu agora para chorar a vida. Diz ele que, se os preços das passagens não forem aumentados, a canoa em que navega vai afundar. Nega, porém, que a canoa em que navega o nosso público já afundou há muito tempo, e que os bondes que nos oferece não correspondem às necessidades da cidade, que a iluminação é a pior possível e que a nossa indústria e o nosso comércio sofrem seu maior entrave pela falta de forças que esta companhia lhe nega.”

Enquanto criticava a Companhia Força e Luz, o jornal também acompanhava os estudos para a criação de uma empresa estatal de eletricidade, o que finalmente aconteceu no dia 22 de maio de 1952. O então governador mineiro Juscelino Kubitscheck inaugurava a Cemig – Centrais Elétricas de Minas Gerais.
 
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