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DC Turismo

20/05/2017

Turistas que partem do Estado são responsáveis por cerca de 10% do total de hóspedes dos hotéis do grupo

Daniela Maciel
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Windsor Guanabara, localizado no corredor cultural do Rio de Janeiro, na avenida Presidente Vargas, no Centro/Divulgação
Dona de 13 hotéis no Rio de Janeiro, capital, e dois em Brasília (DF), a rede Windsor tem no mercado nacional e nos nossos vizinhos de América do Sul a sua principal força. Os turistas mineiros são responsáveis por cerca de 10% do total de hóspedes da rede. A importância do mercado de Minas Gerais justifica, segundo o gerente corporativo de vendas, Ivan Bonfim, a presença constante de executivos da Windsor no Estado.

Semana passada eles estiveram na Capital, como parte de um road show que percorreu 20 capitais brasileiras. Na próxima semana, estarão em Uberlândia (Triângulo). “Minas Gerais é um mercado importantíssimo para nós. A proximidade e as boas condições da interligação rodoviária entre os estados facilita a chegada dos mineiros ao Rio. A maior parte vem de Belo Horizonte, mas temos clientes em todas as regiões do Estado. Cidades como Juiz de Fora (Zona da Mata) e Uberlândia têm presença constante”, afirma Bonfim.

Mais dois empreendimentos da rede estão em construção na capital fluminense: o Windsor Califórnia, em Copacabana, com 150 apartamentos no padrão luxo, com inauguração prevista para o verão de 2018; e o Windsor Tower, na barra da Tijuca, um três estrelas dedicado ao público corporativo com inauguração marcada para 2019. Esse é o terceiro hotel do complexo que fica na Barra da tijuca, composto também por um centro de convenções para 7 mil pessoas.

“Rodamos o País para falar de um novo Rio de Janeiro, com o centro recuperado. A cidade está renovada e a rede cobre todo o território; e também da Barra da Tijuca, que é um Rio moderno e hoje integrado às demais regiões através do transporte público. Podemos dividir o Rio em três grandes áreas: Copacabana e Zona Sul tradicional, o centro e a Barra da Tijuca. Temos operações nas três, atendendo tanto o público corporativo como o de lazer”, explica o gerente corporativo de vendas da Rede Windsor.

Entre os hóspedes estrangeiros, a maior parte vem da América Latina, com destaque para argentinos, chilenos e uruguaios, provavelmente influenciados pelos preços e pela proximidade. Muitos, inclusive, fazem a viagem de carro.

Embora ainda não apareça no planejamento, ter um hotel em São Paulo é um dos sonhos da rede. Tradicionalmente a marca prefere construir suas unidades a partir do chão, mas não descarta a possibilidade de comprar um empreendimento pronto e fazer pequenas reformas, como já aconteceu. Em Brasília, vem seguindo a mesma estratégia de ocupação do território, e as duas atuais unidades ficam na Asa Norte e na Asa Sul.

A variedade de perfis atendidos fez com a Windsor enfrentasse a crise com um pouco menos de dificuldade. Com mais de 3 mil funcionários, e com 30 anos completados em 2016, ainda como uma empresa familiar, busca se caracterizar como uma empresa de relacionamento.

“Investimos muito na qualidade do atendimento e do serviço. A Windsor tem um jeito de ser que preservamos. Claro que precisamos que o Brasil melhore, que as pessoas viagem, circulem mais. Acreditamos que o turismo é a grande saída para os problemas econômicos brasileiros”, completa o executivo.

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