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DC Auto

30/12/2016

Sexta geração do Camaro chega ao País

Esportivo da Chevrolet conta com novo motor 6.2 V8, de 461 cv, e câmbio automático de 8 marchas
José Oswaldo Costa*
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De acordo com a General Motors, desde que o Chevrolet Camaro foi lançado no Brasil, em 2010, já emplacou mais de 5 mil unidades. Agora, o esportivo chega ao Brasil, em sua sexta geração, trazendo várias mudanças.

O Camaro 2017 está, entre outras mudanças, menor: comprimento – 4,78 metros (eram 4,84 metros); largura – 1,89 metro (era 1,92 metro); altura – 1,34 metro (era 1,37 metro) e entre-eixos – 2,81 metros (eram 2,85 metros).

Estruturalmente, o novo Camaro está 28% mais rígido e 83 kg mais leve graças, segundo a Chevrolet, ao uso abundante de materiais nobres, como o aço de alta resistência e o alumínio. A montadora informa que o sistema de suspensão está 12 kg mais leve.
O conjunto dianteiro passa a ser multi-link McPherson com geometria específica, barra estabilizadora e pivô duplo. O traseiro é do tipo independente com cinco braços.

O Camaro de 6ª geração passa a contar com o sistema Drive ModeSelector que oferece quatro modos de condução (Passeio, Esportivo, Neve e Pista). Através dele, são configurados diversos parâmetros do veículo, desde a sensibilidade do pedal de acelerador e do volante, passando pelo mapeamento da transmissão até a cor do ambiente da cabine.

No modo “Passeio”, por exemplo, a iluminação fica azul clara. Passando para o modo “Pista”, a iluminação muda para o vermelho.

O motor permanece sendo um 6.2 V8, porém, totalmente novo. Ele apresenta sistema de injeção direta de combustível e comando de válvulas continuamente variável, que aumenta a oferta de torque e potência dentro da faixa de rotação do motor.
Em relação à potência, o novo propulsor rende até 461 cv, contra os 406 cv da geração anterior. O torque passou de 55,9 kgfm, a 4.400 rpm, para 62,9 kgfm.  O esportivo recebeu, também, sistema de vetorização de torque. Ele utiliza recursos do controle eletrônico de estabilidade para a máxima performance do carro em curvas, possibilitando que as rodas recebam quantidade distinta de torque, na medida exata para a otimização da tração.

Além dos ganhos de potência e torque a GM alega que o modelo está até 20% mais econômico. A tração é traseira.

Esse propulsor é equipado com a nova geração do sistema AFM (Active Fuel Management) de desligamento dos cilindros. Quando não está sendo exigido, como em velocidades de cruzeiro em uma viagem tranquila, o sistema de gerenciamento do motor desativa metade dos cilindros para economizar combustível.

Outra novidade no powertrain é a transmissão automática. Na antiga geração, era de 6 marchas.

Agora passa a ser de 8 marchas trazendo, ainda, a possibilidade de trocas manuais por meio de “borboletas” atrás do volante (paddle shifts).

Os freios são de alta performance da marca Brembo, trazendo discos ventilados de 345 mm na dianteira e 338 mm na traseira, todos com pinças de quatro pistões. Também está presentes a assistência antiblocante (ABS), distribuição da força de frenagem (EBD) e a frenagem de urgência (PBA).

Os pneus, peças fundamentais que colocam o veículo em contato com o solo, também foram alterados. Na geração anterior eram 245/45 ZR20 na dianteira e 275/40 ZR 20 na traseira. Agora, passam a ser 245/40 ZR 20 e 275/35 ZR20, respectivamente. As rodas permanecem sendo de alumínio e com o tamanho de 20 polegadas.

Destaque externo para os faróis, que passam a contar com lâmpada de xenônio e luz diurna de LED. As lanternas traseiras também ganharam assinatura em LED e, a versão SS, novo aerofólio. Esse último passa a ser suspenso, com três pontos de fixação. O downforce traseiro foi elevado em 50% com essa alteração, de acordo com a Chevrolet.
Enquanto a carroceria cupê ganha teto solar elétrico como equipamento de série, a conversível passa a oferecer capota com acionamento retrátil completamente automático. A operação pode ser feita através de comando na chave ou por botão no console, em velocidades de até 50 km/h.

*Colaborador

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