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Economia

14/09/2017

Número de linhas de celular em queda

Reuters
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São Paulo - A telefonia móvel brasileira recuou 4,18% em julho ante o mesmo período do ano passado, com o desligamento de 10,5 milhões de linhas, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na última segunda-feira.

De acordo com dados da agência, o País registrou 242 milhões de linhas celulares ativas em julho, queda de 0,05 % relação a junho.

Segundo a Anatel, a redução acontece devido à diminuição da tarifa de interconexão da rede móvel (VU-M), o que faz com que os consumidores possam aproveitar descontos sem precisarem ter o chip de uma determinada operadora, reduzindo a aquisição de chips.
Entre as principais operadoras, nos últimos 12 meses, a Oi, que está em recuperação judicial, voltou a apresentar a maior queda entre as principais empresas. A base de linhas móveis da empresa recuou 11,28 % no período, uma queda de 5,33 milhões de acessos, segundo a agência.

Em seguida veio a Claro, com queda de 3,68 milhões de linhas, diminuição de 5,75 % na comparação anual. A TIM teve recuo de 4,84 % ou 3,08 milhões de acessos. A Nextel teve crescimento de 4,14 %, para 2,6 milhões de linhas.

Já a líder Vivo foi na contramão e acrescentou em julho 1,13 milhão de linhas, alta de 1,55 %, nos últimos 12 meses.

Entre as operadoras virtuais, que oferecem serviços utilizando a infraestrutura de outras companhias, a Datora mais que duplicou sua base de linhas, passando de 72.932 em julho de 2016 para 166.282 em julho deste ano. A Porto Seguro acrescentou 189.040 acessos no período, atingindo base de 556.436, crescimento de 51,4 %.

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