15/06/2016 - ENCONTRO II | Opinião dos conviados

"A nossa meta mais basilar, prevista no planejamento estratégico, é prestar à sociedade uma tutela jurisdicional rápida e eficaz, garantindo a confiança dos membros da sociedade que nos custeia. A Justiça do Trabalho deve adotar uma postura de liderança na busca do desejado equilíbrio entre o capital e o trabalho para o alcance da paz social. Capital e trabalho têm que ser vistos como parceiros no desenvolvimento da sociedade. É dever do homem contribuir, através do diálogo permanente, para a formulação de uma sociedade mais fraterna, justa e menos desigual". (Desembargador Júlio Bernardo do Carmo, presidente do Tribunal Regional do Trabalho - TRT) da 3ª Região "Vivemos em um mundo muito complexo e por isso temos mais recursos e mais problemas. Percebo que, de fato, o fundamental é a busca de conhecimento. Entendo que o mais necessário é que o líder consiga compreender a realidade através de um modelo. Um líder eficaz associa conhecimento, articulação das expectativas e ainda tem o objetivo de deixar um legado”. (Moacyr Castellani, associate director da Dasein Executive Search) "O que me move é auxiliar na construção da nação que queremos através da cooperação. Desenvolver lideranças para encarar desafios que são nossos. Para construirmos um país culto, cidadão, íntegro, com qualidade de vida e qualidade ambiental; que tenha uma democracia efetiva, inovador capaz de gerar tecnologia e conhecimento; com educação, que tenha repertório para se posicionar, que seja viável, forte financeiramente; produtivo e reconhecido como um dos melhores lugares do mundo para se morar". (Raimundo Soares, diretor do Instituto Orior) "Sob a ótica das relações internacionais, acho que, se somos nós o Brasil, precisamos conhecê-lo, aprofundar a nossa relação com o País. Quando falamos que o Brasil é um país fadado ao fracasso, temos que olhar para as coisas que funcionam. Elas são muito maiores do que as que não funcionam". (Rodrigo Perpétuo, chefe da assessoria de Relações Internacionais do governo do Estado de Minas Gerais) "Se não participamos da política não podemos reclamar. Temos que refletir onde estão nossos líderes, as pessoas nas quais votamos. O problema político vai ser resolvido pelos políticos. Estamos passando pela judicialização da política e isso é muito ruim. Precisamos estar imbuídos que o Brasil é um país viável e, infelizmente, as pessoas de fora estão acreditando no nosso País mais do que nós. Temos que tomar conta disso e teremos oportunidade agora com as eleições para prefeito e vereador. Todos temos a missão de influenciar pessoas para a eleição dos melhores." (Olavo Machado Junior, presidente da Fiemg) "Precisamos focar na oportunidade. Em um momento tão dramático podemos usá-lo para a transformação. Conseguimos mudar a realidade dentro do nosso núcleo. Os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas) apontam para os problemas do mundo. Devemos pensar como o lugar onde estou inserido pode trabalhar para fazer a mudança no cenário mundial. Não precisa ser presidente de uma grande organização para ser um grande líder, para inspirar outras pessoas no dia a dia". (Gabriela Reis, intraempreendedora social, gestora do Yunus Negócios Sociais em Minas Gerais e curadora do Global Shapers BH) "Fui para o Haiti achando que ia ajudar, mas fui pra lá para descobrir que no meu Brasil tinha um ‘e agora? Percebi que as coisas são muito mais fáceis de resolver estando aqui dentro do que lá fora. Todo mundo que está aqui tem alguma coisa para acrescentar em uma comunidade, seja ela qual for. Acho que cada um pode fazer a sua parte e acreditar um pouco mais na nossa Nação". (Luciana de Melo Andrade, presidente do Instituto Ide-Brasil) "Precisamos fomentar a liderança da inteligência coletiva. Queria, então, parabenizar o DIÁRIO DO COMÉRCIO pela iniciativa. O DIÁRIO DO COMÉRCIO é um fórum de geração de inteligência coletiva". (Daniela Vidigal, diretora da Quatre Recursos Humanos)