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15/06/2017

App gratuito mapeia espaços culturais da Capital

Daniela Maciel
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Criado para dar visibilidade aos espaços culturais da cidade e permitir que a população local e turistas conheçam a diversidade da produção cultural belo-horizontina, entrou em atividade o aplicativo RUA BH. O Roteiro Unificado das Artes (RUA) já mapeou cerca de 150 locais entre museus, bibliotecas, centros culturais, teatros e mais uma infinidade de espaços que mantém programação cultural regular.

Disponível gratuitamente nas lojas Google Play ou Apple Store dos celulares e pelo site www.ruabh.com.br, o projeto foi realizado pela Articular Gestão Cultural e Comunicação, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Municipal e apoio da Automax - concessionária de automóveis.

De acordo com a idealizadora do RUA BH e sócia da Articular, Laura Guimarães, o projeto consumiu R$ 50 mil. “A ideia do aplicativo surgiu quando começamos a estudar mapeamentos culturais e, em viagens para fora do Brasil, percebemos que diferentemente de outros lugares o que tínhamos aqui era muito generalista. Em Buenos Aires conhecemos o ‘Mapa de las Artes’, um guia focado em cultura, e partimos desse exemplo. As pesquisas começaram em 2014 e fomos aprovados no edital da Lei de Incentivo em 2016”, relembra Laura Guimarães.

Entre as funcionalidades do aplicativo estão o georreferenciamento, que indica os espaços mais próximos do usuário e a possibilidade de fazer a pesquisa a partir de filtros isolados ou conjugados como região, tipo de espaço (museu, teatro, biblioteca etc) e categoria artística (música, teatro, dança etc). E, por fim, existem os roteiros. Que são opções temáticas que ultrapassam a simples lista de espaços relacionados. São três roteiros: Pampulha, makers places e cultura afro-mineira.

A expectativa é de que em uma segunda fase o projeto seja monetizado a partir de ferramentas como banners publicitários dos espaços e promoções. “Por enquanto nosso objetivo é tornar o RUA BH conhecido e utilizado pelo maior número de espaços culturais e usuários. Convidamos todos os espaços que não estão listados a entrar em contato. Usamos três critérios básicos para cadastrar os equipamentos culturais. Eles precisam ter programação cultural; programação regular e um site de fácil acesso”, destaca a idealizadora do RUA BH.

Outro objetivo da empreendedora é que as informações disponíveis no sistema possam ser apropriadas por estudantes, produtores e instâncias governamentais para a construção de estratégias e políticas públicas culturais. “O RUA BH é um grande banco de dados validado por nós, que pode indicar tendências, vocações e subsidiar a construção de políticas culturais”, destaca a empresária.

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