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Economia

26/07/2018

Lucro da Telefônica Brasil sobe 28,7%

Reuters
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São Paulo - A Telefônica Brasil teve um salto no lucro do segundo trimestre, beneficiada por uma decisão judicial que agregou um ganho adicional de R$ 1,83 bilhão ao resultado.

A maior operadora de telefonia móvel do País por número de assinantes, anunciou ontem que seu lucro de abril a junho somou R$ 3,15 bilhões, montante 261% superior ao de igual período de 2017.

O ganho não recorrente refletiu principalmente uma decisão final do Superior Tribunal de Justiça (STJ) favorável à companhia, reconhecendo o direito da exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições ao PIS e Cofins.

Excluindo efeitos não recorrentes, o lucro líquido subiu 28,7% na comparação anual, beneficiado também pela melhora no resultado financeiro.

O resultado operacional medido pelo lucro ante de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente somou R$ 5,18 bilhões, alta de 46,9% ano a ano, com margem Ebitda de 47,9%. Já o Ebitda recorrente totalizou R$ 3,73 bilhões, crescimento de 5,8% no ano a ano e margem de 34,5%.

Na base pró-forma, a receita líquida da companhia, que no País, opera sob a marca Vivo, cresceu 1,1% ano a ano, para R$ 10,82 bilhões, com as receitas do segmento móvel evoluindo 4,2%, se sobrepondo à retração de 3,7% do serviço fixo.

No fim de junho, a empresa tinha uma base de 75,26 milhões de linhas celulares em operação, um aumento de 1,2% em 12 meses e de 0,2% ante março. A receita mensal por cliente (Arpu) neste segmento subiu nas comparações anual (+0,5%) mas caiu na trimestral (-0,8%).

Já a base de terminais fixos caiu 3,1% em 12 meses, para 22,5 milhões, mostrando a contínua migração dos clientes para a base móvel.

Os custos operacionais recorrentes da empresa, excluindo depreciação e amortização, recuaram 1,2% ano a ano, para 7,09 bilhões no trimestre, marcando o décimo trimestre seguido de queda.

O serviço da dívida, de R$ 108 milhões no trimestre, também foi 55,2% menor do que um ano antes, acompanhando o recuo de 38,7% da dívida líquida em 12 meses, para R$ 1,5 bilhão.

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