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06/01/2016

Nin Hao franquia marca e amplia atuação

Escola paulistana de mandarim muda de mãos, após 10 anos de mercado, e vai expandir rede no País
Daniela Maciel
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O investimento inicial na franquia da Nin Hao fica entre R$ 100 mil e R$ 140 mil, afirma Sumara Lorusso/Divulgação
A força da economia chinesa transformou o mandarim em uma língua essencial no mundo dos negócios. Enquanto os chineses se espalham, seja fazendo turismo ou trabalhando, especialmente no varejo, as empresas chinesas consomem boa parte das commodities produzidas no mundo e mantém com o Brasil uma forte relação comercial. Entre 2003 e 2013, o comércio bilateral entre os países aumentou 10 vezes, alcançando a marca de US$ 83 bilhões em 2013, segundo dados do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).
 
Esse cenário deu impulso à escola paulistana de mandarim Nin Hao no último ano. Criada há uma década por dois irmãos chineses radicados no Brasil, a empresa passou para as mãos da tradutora e empresária Sumara Lorusso no ano passado e deu início ao seu processo de expansão pelo modelo de franquias.
 
?A Nin Hao tem um método próprio desenvolvido para o aluno brasileiro. Um grande problema é que na maioria das escolas que ensinam o mandarim o material foi desenvolvido para alunos de origem inglesa e isso impõe, além de uma segunda tradução, adaptação, pois inglês e português têm estruturas bastante diferentes?, explica Sumara Lorusso.
 
Os primeiros resultados começaram a aparecer com consultas do interior de São Paulo e do Sul do Brasil interessados na franquia. O objetivo é chegar ao fim de 2016 com quatro unidades em funcionamento. O perfil de cidades para essa primeira fase é com população a partir de 300 mil habitantes e presença de uma colônia chinesa consolidada. Dentro dessa estratégia, Belo Horizonte, Uberlândia, no Triângulo; e Juiz de Fora, na Zona da Mata; são as praças mineiras que aparecem com destaque nos estudos de expansão da Nin Hao.
 
?Boa parte dos alunos que nos procuram é de pessoas que trabalham com comércio exterior. Hoje, falar inglês e espanhol é obrigação básica e o mandarim se tornou o diferencial. O chinês é um povo que gosta de negociar e aprecia muito o esforço dos estrangeiros em aprender o mandarim. Isso facilita muito as relações comerciais?, afirma a empresária.
 
Outro ponto importante, na visão da tradutora, é o ensino dos ideogramas. Os símbolos que, aos olhos leigos, parecem pequenos desenhos, contêm uma ideia completa e não apenas um som, como no nosso alfabeto. Os ideogramas precisam ser dominados para que seja possível a comunicação escrita. Parte dos cursos de mandarim trabalha com a transcrição fonética da língua, permitindo apenas a comunicação oral.
 
?Principalmente quem vai para o território chinês precisa entender minimamente os ideogramas para poder se locomover ou pedir alguma coisa em um restaurante, por exemplo. O curso completo tem duração de três anos com turmas de no máximo oito alunos. Os professores são nativos e qualificados com conhecimento em ambos os idiomas. Precisamos que a cidade tenha uma colônia para buscarmos esses professores?, analisa.
 
O investimento inicial na franquia fica entre R$ 100 mil e R$ 140 mil (sem o ponto comercial). A localização da escola pode ser em uma loja de rua, de shopping center ou prédio comercial. Além dos cursos, a Nin Hao também oferece programas de intercâmbio e eventos culturais de aproximação com a cultura chinesa. ?O objetivo é que não apenas os alunos, mas também a comunidade tenha contato com a cultura e aumente o seu grau de interação com os chineses que vivem na cidade. Isso aprofunda os conhecimentos e permite um aprendizado mais fácil e completo?, destaca.
 
 

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